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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Smartphone sofre repaginada



Vamos conferir !!!




 Galaxy S5 New Edition



A Samsung este ano mudou o foco devido à crise que infelizmente estamos passando.  Para oferecer um celular bom e de baixo custo. Sendo assim a empresa Coreana resolveu fazer apenas algumas mudanças no Galaxy S5, em busca de um produto competente e de alta qualidade.

Que deu origem ao Galaxy S5 New Edition, ele conta com melhorias nos Hardware, e algumas alterações sutis no design, câmera frontal de maior qualidade, já vem com a Versão Lolipop e promete uma bateria com maior autonomia.


Vamos conferir as mudanças !
Especificações


Android 5.1
Tela 5,1 polegadas
Super amoled
Resolução 1080x1920 full hd
Densidade 432 ppi
Chipiset Exynos 7580 ( da própria Samsung )
 CPU octa-core de 1,6 Ghz
RAM 2 Gb
Armazenamento 16 Gb
Câmera 16 mp
Frontal 5 mp
Resistencia:   ip 67  ( água e poeira )
Dual sim
Bateria 2,800 mAh
Peso 145 g
Dimensões ( A X L X E ) 14,20 X 7,25 X 0,81 cm


Algumas Considerações

A identidade dele ainda é a mesma da primeira versão , só que com mudanças sutis: a tampa traseira com uma textura diferente, com mais poros que garantem uma boa pegada e mais natural, as bordas e laterais com linhas mais lisas.
Outra mudança foi com o conector de energia ele perdeu uma das partes e não tem mais o protetor, mas ainda é a prova d’ água
Ele tem três versões : preto, prata e dourado.
Uma bateria que promete ficar longe das tomadas por até 12 horas. Que não é nada mal.
Em geral é um dispositivo que não fica devendo em nada.

Você encontra ele na faixa de R$ 1.500,00


Na minha opinião o celular já era muito bom, agora ele provou que ainda podia melhorar.


Se  você gostou compartilhe com seus amigos e até a próxima .





Fuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!



     






Lele Freire




*          Tecmundo 
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Tutorial - Assista TV no seu Android com PlaylisTV + XMTV Player Atualizado 26/11


 
O PlaylisTV é um aplicativo bastante útil para você que procura assistir TV em lugares onde a TV não está acessível. Inclusive, o aplicativo não incentiva a pirataria. Embora, você possa adicionar diversos canais de IPTV e fazer listas de seus gêneros favoritos, e melhor, sem depender de terceiros. Então, não perca tempo! Baixe logo o PlaylisTV e curta bastante o nosso aplicativo, de forma acessível, portátil e com uma comodidade que você jamais viu, e tudo isso sem propagandas.
Ainda em fase de testes, em breve mais funcionalidades! Confesso que quando testei esse app, apaguei na hora o IPTV.. esse app me surpreendeu. 
Tutorial Explicativo:
1- Baixe e Instale o Aplicativo PlaylisTV e o XMTV Player
 

XMTV Player

 PlaylisTV


3- Depois de baixar e instalar o Ambos Aplicativos,  Abra o XMTV Player e aceite os termos como na imagem abaixo (É necessario Abrir e aceitar os termos pra tal funcionamento)
4- Abra o seu PlaylisTV aperte em "Adicionar Lista"
 
5 - Adicione a Lista que deseja no caso usamos essa: 
 
http://j.mp/Listaiptvbrasil
Vc pode add quantas listas quizer.
 
Primeiro a Lista depois o Nome (Opcional)
 
6 - Depois clique nos 3 pontinhos ou o botão opções do seu aparelho, para abrir as Configurações.
 
7- Agora vá em "Tv Player" e selecione o player XMTV Player o que instalamos no inicio do tutorial.
 

Pronto agora basta escolher o canal que desejar e assistir

OBS: Aplicativo totalmente gratis.

Pode ser add quantas listas vc quiser
 



 Espero que gostem mais desse super tutorial, se quiserem participar do nosso grupo de WhatsApp onde vc encontrará técnicos de todo o Brasil e usuários que querem aprender mais sobre tecnologia, é só ir ate a guia cadastre - se e preencha nosso formulário assim que vermos seu cadastro adicionaremos no grupo. Até a próxima pessoal.

 

 

 


 

 

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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Vamos conhecer um pouco desse incrível Smartphone




Moto X 2ª Geração






O que mais impressiona no Moto x 2ª Geração  são as funções exclusivas, como por exemplo a função comando de voz. Onde te dá liberdade para enviar e receber mensagens, quem tem jura que não quer trocar por nenhum outro.
Apesar de ter sido lançado em 2014, ele ainda faz muito sucesso entre seus usuários.

Vamos as configurações

Android kit kat 4.4.4 com atualização garantida para o 5.0

Tela 5,2 Amoled com proteção Gorilla Glass 3
Resolução da tela Full Hd 1080x1920
Densidade 423 ppi

Chipset/ Processador Snapdragon 801 de 4 núcleos
GPU  2Gb Ram
Armazenamento 32Gb
Câmera traseira  13 MP com gravação de vídeo em 4 k, zoom digital de 4 x e flash duplo com difusor de luz.

Câmera frontal 2 MP com Vídeo em Full Hd 

Conectividade Wifi, NFC, Bluetooth 4.0 Usb 2.0.

Uma saída de som frontal mono

Bateria 2.300 mAh

Resistente a respingos de água.

É vendido em 3 versões : branco com bambu natural, preto softfeel, preto em couro legitimo.

Especificações exclusivas
Moto ( voz, ações, assist, tela ) Migração Motorola, Alerta, ajuda, Motorola conect, sensores de movimento infravermelho e suporte ao turbo charger

É um aparelho parrudo e elegante ao mesmo tempo. Ele consegue manter a simplicidade agradável que a Motorola faz questão de manter. Metal nas bordas e passa uma sensação muito agradável nas mãos.

Não tem memória expansível, só interna 32Gb ai ficam 24Gb de espaço livre.

Tem uma velocidade incrível para tirar fotos.
Quase que automático.


O aparelho vem com:
 Carregador com duas saídas USB
 1 - Cabo de dados
1 - Fone de ouvido

 O Android praticamente puro com 
Funções especiais que são o grande foco do aparelho.
Com o comando de voz dá pra fazer pesquisas, postar no face, no watts e até comando do GPS.

É o aparelho é campeão de custo e benefício. 
Preço oficial de lançamento R$ 1.499,00,  hoje você pode achá-lo por até R$ 999,00 em algumas promoções.


Não escondo de ninguém que é um dos meus queridinhos. Quem sabe ????

Até a próxima.





Fuuuiiiiiiiiiiii






Lele Freire

 * Tecmundo 
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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Lançamento !!!



Moto X Force 




 Primeiras Impressões 

     Bom galerinha, sei que prometi uma resenha do moto X 2ª Geração, mas neste momento tenho uma novidade pra vocês amantes dos Smartphones da Família Moto X.

       O lançamento aconteceu nesta quinta-feira (29), em São Paulo, e durante a apresentação, o Smartphone foi jogado várias vezes no chão. A tela é realmente inquebrável, não quebra e não estilhaça. A tecnologia na nova tela é chamada de ShatterShield e seu display conta com cinco camadas que o tornam resistente a quedas e arranhões.

       Sua tela tem 5.4 polegadas e resolução Quad HD (2560 X 1440) pixels ou 2K ) de densidade 540 por polegada.

     Bateria de 3.760 mAh de potência, que de acordo com a Motorola aguenta até 48h de uso moderado, sem contar com o modo de economia de energia, ele ainda vem com o carregador turbo que garante 10 horas de uso com 15 min de carga.

       Design, o aparelho vem com uma aparência robusta, o corpo em alumínio e a traseira pode ser personalizada no Moto Maker.

A câmera traseira com 21 megapixels, e a frontal com 5 megapixels, as configurações são similares a das versões anteriores.

       O Moto X Force chega ao Brasil na versão 4G , com o Android que ainda é o Lolipop  5.1,o processador Snapdragon 810 a 2.0 Ghz, tem  3 Gb de Ram, 64 Gb de Memória interna, e ainda conta com expansão  para 2 Tb.

Você pode adquirir pela pequena bagatela de 3.149,00, que estará disponível na próxima semana no site da Motorola e no varejo nacional.


Em breve vou postar mais informações sobre o novo Moto X Force pra vcs aguardem !!!!




Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii





Leticia Freire







* infomaçoes retiradas do Tecmundo



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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Redmi 2: a estreia com o pé direito da Xiaomi

Depois de se aventurar no continente asiático, a Xiaomi estreou no Brasil aos trancos e barrancos. Mas, em tempos de crise econômica, dólar alto e eletrônicos mais caros, posso dizer que o primeiro smartphone da fabricante chinesa no país não poderia ser melhor escolhido. O Redmi 2, aparelho de entrada que oferece hardware atraente e preço acessível, é a aposta da Xiaomi para começar sua jornada no mercado brasileiro.

Como o smartphone de estreia da Xiaomi no Brasil se comporta? O software bastante modificado faz diferença? Dá para oferecer câmera, performance e bateria satisfatórias por R$ 499? Eu te conto nos próximos parágrafos.

Design e tela

Não há nada muito chamativo no acabamento do Redmi 2, que não foge do que encontramos nos smartphones de baixo custo da Samsung, Microsoft ou Motorola. A unidade que tive acesso possui traseira cinza com acabamento fosco, botões laterais com aspecto cromado e uma borda plástica envolvendo a tela de 4,7 polegadas. É um design simplório e funcional.
Os únicos elementos que destoam do conjunto são os botões frontais capacitivos, na cor vermelha (!), para acessar o gerenciador de tarefas, voltar à tela anterior ou chamar a tela inicial — o nome Redmi não é por acaso, e esse detalhe de design também está presente no Redmi Note 4G, que não chegou ao Brasil. Infelizmente, os botões não são iluminados, o que dificulta um pouco na hora de usar o Redmi 2 no escuro.

 A parte frontal do Redmi 2 esconde um pequeno LED de notificações, que fica logo abaixo do botão de início. Nas inúmeras configurações de software da MIUI, que detalharei na seção específica, você pode personalizar as cores do LED para cada tipo de alerta (chamadas, mensagens e notificações) ou até mesmo desativar a luzinha, caso prefira.

 Ao remover a tampa traseira, encontramos a bateria de 2.200 mAh, o importantíssimo slot para cartão de memória e as duas entradas para os SIM cards. É curioso notar que, mesmo produzindo um smartphone de entrada, a Xiaomi não deixou de lado o microfone secundário para cancelamento de ruído, localizado acima da lente da câmera traseira. Ponto para os chineses.

Quando o assunto é tela, o Redmi 2 ainda não tem concorrentes à altura. O visor de 4,7 polegadas, com painel IPS LCD e resolução de 1280×720 pixels, é fantástico quando consideramos seu preço. O brilho é forte, as cores têm boa saturação e o ângulo de visão é amplo. Os pretos poderiam ser mais pretos, mas, até o momento, não conheço nenhuma fabricante que tenha conseguido colocar um display com contraste melhor na mesma faixa de preço.

Em vez de apostar no tradicional Gorilla Glass, a Xiaomi optou por proteger a tela do Redmi 2 com o Dragontrail, da japonesa Asahi Glass. Embora seja menos conhecido que o vidro da Corning, o Dragontrail tem um nível semelhante de resistência contra arranhões. Até onde me consta, a Sony era até então a única fabricante que usava o Dragontrail no mercado brasileiro, na família Xperia Z.
Por ser relativamente estreito, com 67,2 mm de largura, o Redmi 2 encaixou bem nas minhas mãos, e foi possível alcançar os cantos da tela sem fazer muito esforço. Isso não impediu a Xiaomi de incluir um inesperado recurso para uso “com uma mão”, como a Samsung faz no Galaxy Note. No caso do Redmi 2, você pode emular um aparelho com visor de 4,0 ou 3,5 (!) polegadas. Serve até para criança.

Em vez de apostar no tradicional Gorilla Glass, a Xiaomi optou por proteger a tela do Redmi 2 com o Dragontrail, da japonesa Asahi Glass. Embora seja menos conhecido que o vidro da Corning, o Dragontrail tem um nível semelhante de resistência contra arranhões. Até onde me consta, a Sony era até então a única fabricante que usava o Dragontrail no mercado brasileiro, na família Xperia Z.
Por ser relativamente estreito, com 67,2 mm de largura, o Redmi 2 encaixou bem nas minhas mãos, e foi possível alcançar os cantos da tela sem fazer muito esforço. Isso não impediu a Xiaomi de incluir um inesperado recurso para uso “com uma mão”, como a Samsung faz no Galaxy Note. No caso do Redmi 2, você pode emular um aparelho com visor de 4,0 ou 3,5 (!) polegadas. Serve até para criança.

 Software e multimídia

 

 

O software é, sem dúvida, a parte mais importante de um smartphone da Xiaomi. O Redmi 2 roda o antigo Android 4.4.4 KitKat, sem previsão de atualização para o Lollipop no mercado brasileiro. Mas a Xiaomi faz pouca questão de citar o robô verde durante suas apresentações e materiais de divulgação — o que o Redmi 2 tem é o “sistema MIUI 6”, afinal.
Faz todo sentido que a Xiaomi informe a versão do MIUI em vez do Android, porque o que temos no Redmi 2 é um sistema operacional “novo” que, por acaso, também roda aplicativos feitos para Android. Não há praticamente nada do Android desenvolvido pelo Google: todas as telas, incluindo a central de notificações, os menus de configurações e as telas iniciais do launcher, são desenhadas pela Xiaomi.

 "O Redmi 2 é um Android para quem gosta de iPhone."

A MIUI lembra o iOS em muitos pontos. A semelhança mais notável é a falta do menu dedicado de aplicativos do Android. Todos os ícones ficam obrigatoriamente espalhados nas telas iniciais. Eles seguem o padrão da Apple, com quadrados coloridos arredondados com um pictograma, e trazem o círculo vermelho no canto superior direito com a contagem de notificações não lidas. A inspiração é óbvia nos aplicativos pré-instalados, especialmente no software de câmera. Em outras palavras, o Redmi 2 é um Android para quem gosta de iPhone.


Mas a Xiaomi não se contenta em copiar o iOS: a MIUI e os aplicativos da fabricante chinesa possuem interfaces muito bem trabalhadas e agradáveis de se ver. A preocupação com os detalhes pode ser notada nas várias animações do sistema, que aparecem em momentos inesperados, e nas inúmeras configurações de software e possibilidades de personalização. Ao contrário do que ocorre em certas fabricantes, esse excesso de funções não faz o sistema parecer cheio de bloatwares. Está tudo bem organizado, no seu devido lugar.
O software é extremamente personalizável. Além dos vários temas (que mudam tudo, dos sons de alerta aos ícones de aplicativos), os menus escondem uma série de opções. Quer colocar o nome da operadora na barra superior? Ok. Gosta de ver o uso da rede em tempo real? Só ativar. Acha desperdício o botão frontal “voltar” servir apenas para… voltar? Tudo bem: configure-o para abrir o Google Now ou fechar o aplicativo atual. Prefere as cores mais vibrantes das telas AMOLED? Aumente a saturação e seja feliz.


O sistema traz ainda funções como a gravação de chamadas, que pode ser ativada com um toque durante a ligação — você também pode entrar nas configurações e pedir para que o Redmi 2 grave tudo automaticamente. Outras modificações bacanas são o recurso Não Perturbe (que só chegou nativamente no Lollipop) e as notificações na tela de bloqueio (opa, mais uma semelhança!).
Dá até para escolher o que os botões do seu fone de ouvido fazem (controlar o volume ou mudar a faixa). Isso também significa que, independente do tipo de fone de ouvido que você possuir (podem até ser os EarPods), os botões funcionarão corretamente. Se não estiver com um fone de ouvido (e desde que você não esteja no ônibus ou metrô), o alto-falante dá conta do recado: embora não esteja localizado numa posição favorável, ele emite som bem alto, sem distorções e sem abafamento.

O que a Xiaomi oferece, portanto, é um sistema operacional bastante agradável de usar, mas que muito provavelmente afastará os que preferem Android puro. Embora o Android esteja rodando por baixo da MIUI, o Redmi 2 é um smartphone que exige uma certa curva de aprendizagem, porque praticamente tudo foi mudado de lugar. É como aprender a mexer em um sistema operacional novo.

No Brasil, a Xiaomi não deixou de lado o Google Play e o pacote de softwares do Google, como costuma fazer na China, onde a empresa tem uma loja de aplicativos própria, o Mi Market. Mesmo assim, a empresa integrou o Mi Cloud, serviço que guarda na nuvem seus arquivos e configurações, incluindo registros de chamadas, mensagens de texto e fotos. Só que a Xiaomi ainda parece não estar em casa: o espaço gratuito é de 5 GB, e para expandi-lo você precisa ter um cartão bancário da China. Alguém aí?

 Câmera

O aplicativo de câmera do Redmi 2 traz pequenos mimos. Quando a câmera frontal está ativada, o aparelho tenta adivinhar a idade em tempo real (como aquela página da Microsoft) e aplicar filtros de embelezamento de acordo com a faixa etária. No caso dos idosos, por exemplo, não é feita a remoção de rugas para não deixar a imagem muito artificial. Deslizando o dedo para baixo, é possível ter acesso a uma série de filtros ao maior estilo Instagram.
Mas o software poderia ser mais otimizado. Com o modo HDR ativado, cada foto precisa de dois ou três segundos para ser capturada, o que pode fazer você perder uma cena — não é possível tirar outra foto durante o processamento. O foco automático não é muito confiável, e você provavelmente irá preferir tocar manualmente no ponto desejado se quiser tirar uma foto nítida.







De qualquer forma, a qualidade das fotos surpreende por estar bem acima da média, quando consideramos concorrentes como Moto E e Galaxy Win 2. O sensor de 8 megapixels consegue captar bons detalhes para um smartphone de R$ 499 e as cores deverão agradar a maioria das pessoas. Durante a noite, as fotos perdem detalhes, mas não tanto como se esperaria num aparelho de entrada. Além disso, o HDR, embora seja lento, funciona bem em cenários mais desafiadores.

 Sem HDR


 Com HDR

 Dentro de sua categoria, o Redmi 2 se sai muito bem na câmera — até o momento, não conheço nenhum concorrente Android que capture fotos melhores na mesma faixa de preço que a Xiaomi está cobrando.

 Hardware e bateria

  Com processador Snapdragon 410 quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de RAM, o Redmi 2 não é nenhum primor em desempenho, mas a velocidade agrada bastante. O hardware chama atenção por conseguir exibir as inúmeras animações da MIUI de maneira fluida, sem engasgar, e a Adreno 306 faz um bom trabalho ao lidar com jogos pesados, como Dead Trigger 2 (com os gráficos no baixo). O desempenho é muito superior ao que tive no Moto E de 2ª geração, que engasgava em momentos aleatórios. O fato do Redmi 2 ter como base o Android 4.4 KitKat deve colaborar bastante com o resultado.
Por causa da RAM limitada, às vezes é necessário um pouco de paciência ao alternar entre aplicativos, já que eles são descarregados da memória para dar espaço a outros, um conceito que expliquei neste artigo. O gerenciamento de RAM do Redmi 2 é eficiente, e foram raras as ocasiões em que vi o launcher reiniciando por falta de memória. Seria bom se a Xiaomi trouxesse a versão com 2 GB de RAM ao Brasil, o que eliminaria esse gargalo.
Aqui vale uma observação de bastidor: a primeira unidade do Redmi 2 que tive acesso, antes mesmo do início das vendas no Brasil, era absurdamente lenta e travava frequentemente ao fazer tarefas simples, como abrir o aplicativo de telefone. O problema estava no software, que era uma versão de demonstração e não foi otimizado para o hardware do aparelho. Ciente da falha, a Xiaomi trocou o firmware pela versão estável (6.5.5.0), o que eliminou todos os incômodos.

O Redmi 2 possui dois modos de energia: Equilibrado e Performance. Por padrão, o aparelho vem configurado na primeira opção, que economiza energia, mas teoricamente diminui o desempenho. Eu não tive problemas de performance ao usar o smartphone no modo Equilibrado, e os testes de bateria foram feitos com essa opção ativada.
No dia de teste, tirei o aparelho da tomada às 7h30. Durante o dia, ouvi 2h de músicas e podcasts por streaming no 4G, tirei cerca de 20 fotos de teste e naveguei na internet pelo 4G por aproximadamente 1h30min, entre emails, redes sociais e páginas da web. A tela ficou ligada por exatamente 1h58min, com brilho no automático. Às 19h, o nível de bateria chegou a 36%.
É uma bateria que não irá decepcionar o usuário médio. Os perfis de bateria, que podem desativar os recursos de conectividade do aparelho, diminuir o brilho da tela e reduzir o consumo do processador, podem ajudar a melhorar a autonomia. A Xiaomi inclui na caixa um carregador de tomada de 2 A, o que permite recarregar a bateria do Redmi 2 rapidamente.

 Notas relevantes

  • Para deficientes visuais. Ao entrar pela primeira vez no menu Acessibilidade, o Redmi 2 já sugere a instalação do TalkBack. No entanto, o sintetizador pré-instalado (PicoTTS) não suporta o português do Brasil. É necessário instalar manualmente o software de conversão de texto em voz do Google. Depois de configurar tudo, as telas da MIUI e os aplicativos bastante modificados da Xiaomi podem ser utilizados sem grandes dificuldades. As interfaces estão acessíveis, embora haja exceções, como o botão da câmera na tela de bloqueio (lido como “botão 60”) e o gravador de voz, com seus “botão 94”, “botão 72” e afins.
  • Diferentemente do que ocorre quando você instala a MIUI num aparelho de outra fabricante, o Redmi 2 não tem acesso root liberado por padrão. Isso também significa que você terá o mesmo trabalho que teria em outros aparelhos para usar certas funções, como mover determinados aplicativos para o cartão de memória, por exemplo.
  • Para cortar os custos, a Xiaomi eliminou o fone de ouvido da caixa do Redmi 2. Eu citaria isso como ponto negativo no review, mas outras fabricantes seguem a tendência há bastante tempo. A Microsoft não coloca o acessório nem sequer no topo de linha Lumia 930, e o mesmo ocorre nos Nexus.
  • Eu não me responsabilizo pela foto de abertura do review.

Conclusão

É sempre bom quando uma fabricante balança o mercado lançando um produto muito mais atraente que os concorrentes. Foi assim em 2013, com o primeiro Moto G, que mudou o nosso conceito de “smartphone intermediário”; antes, com pouco dinheiro, só tínhamos acesso a Androids insuportavelmente lentos, com baixa capacidade de armazenamento e telas ruins. Em 2014, a Asus enfiou o pé na porta ao trazer o Zenfone 5, que oferecia hardware potente a um preço ainda mais agressivo.

Em 2015, acredito que é a vez da Xiaomi. O Redmi 2 também muda o mercado brasileiro no segmento de entrada e força as concorrentes correrem atrás do prejuízo. Por R$ 499, a chinesa oferece câmera decente, suporte a dois chips com conexão 4G, boa duração de bateria e tela de alta definição. Esse conjunto de hardware, por esse valor, ainda não é oferecido por nenhuma outra empresa no Brasil.
Claro, o software pode afastar os interessados pelo Android puro, o desempenho não é perfeito, a câmera poderia ser mais rápida e o design é pouco inspirado, todo de plástico. No entanto, a Xiaomi conseguiu estrear muito bem no Brasil e oferece um pacote difícil de ser batido — especialmente no momento atual, com impostos e cotação do dólar mais elevados. Se alguém me perguntasse qual aparelho comprar com pouco dinheiro, minha recomendação, hoje, é o Redmi 2.

Especificações técnicas

  • Bateria: 2.200 mAh;
  • Câmera: 8 megapixels (traseira) e 2 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, Bluetooth 4.0, USB 2.0;
  • Dimensões: 134 x 67,2 x 9,4 mm
  • GPU: Adreno 306;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 32 GB;
  • Memória interna: 8 GB (4,4 GB disponíveis para o usuário);
  • Memória RAM: 1 GB;
  • Peso: 133 gramas
  • Plataforma: Android 4.4.4 (KitKat);
  • Processador: quad-core Snapdragon 410 de 1,2 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola;
  • Tela: IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1280×720 pixels e proteção Dragontrail.

Notas Individuais

Design
 
8
 
Tela
 
10
 
Câmera
 
9
 
Desempenho
 
8
 
Software
 
9
 
Bateria
 
9
 
Conectividade
 
10



Espero que tenham gostado dessa super dica de celular e entrem para nosso grupo de WhatsApp e venha somar com grupo e aprender mais sobre informática, celulares e assuntos relacionados à tecnologia.
  Para entrar no nosso grupo e muito fácil,basta clicar no menu na aba CADASTRE-SE e abrirá uma pagina,é só preencher os campos corretamente,breve retornaremos um e-mail  para você informando se foi adicionado e liberado para downloads especiais.
Não perca mais tempo,faça já seu cadastro e fácil e rápido, interaja com técnicos em tempo real.


 




 




 

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

CONHECENDO O SONY XPERIA Z3


Ao menos uma vez por semana vou fazer postagens sobre os melhores Smartphones da atualidade.


Olá, pessoal do grupo Como Consigo Isso e internautas!!! Meu nome é Letícia Freire mais conhecida como Lele



Hoje eu começo com o Sony Xperia Z3 


Vamos lá !!!











O design: é um aparelho muito bonito, apresenta os cantos arredondados e as laterais metalizadas, fugindo do seu design no passado, mesmo sendo mais fino e adotando linhas mais sutis sabemos que estamos lidando com um aparelho que nos remete uma sensação de segurança e muito bem produzido.

A tela: 5.2 polegadas e uma das mais altas resoluções do momento que é de 1920 X 1080 pixels. com uma densidade é de 423 ppi que é mais do que suficiente para jogos e para a utilização na internet.


Acabamento : em vidro temperado na parte frontal e na traseira, que contribui para um visual mais elegante, apesar de ser mais suscetível a marcas de dedos. Se você é como eu que transpira muito nas mãos...apesar disso ele possui uma ótima pegada.

O aparelho também trouxe mudanças nos seus botões laterais que estão menores e mais arredondados, mudou também  as saídas de som estéreo que estão mais centralizadas evitando obstruir o som com os dedos na utilização.

No Brasil ele é vendido tanto na versão convencional quanto  na versão dual sim.

Ele possui uma resistência a água e poeira, segundo o fabricante pode submergir até 1,5 m por no máximo 30 minutos.

Ele é uma aparelho 4G, vem com o Android 4.4 Kit Kat, tem memória interna de 16 GB e 32GB  e  RAM de 3 GB com possibilidade de expansão no cartão SD chegando até 128 GB.

A Câmera : é de 20.7 megapixels que  na minha opinião uma das mais completas que permite tirar fotos fantásticas de resolução 5248 X 3936 pixels e captura de vídeos em 4K. A câmera frontal é de 2.2 megapixels.

A Bateria :  de 3.100 mAh , é uma das mais duráveis que pode chegar a 2 dias fora da tomada, mesmo sendo utilizado todas as suas funções simultaneamente. E caso você se veja com pouca bateria ele possui o STAMINA MOD que ajuda a prolongar a mesma, porem com o funcionamento apenas dos recursos básicos. 

Durante os teste não foi detectado nenhum travamento em sua utilização. E como todo Smartphone quando usado intensamente ele esquenta um pouco.

PREÇO :  cerca  de  1.280,OO  à  2.699,00


VALE A PENA ?

Na minha opinião um aparelho bom é aquele que tem um design legal, uma duração de bateria legal, que durante o meu o dia, não me deixe na mão, porque a pior coisa gente, é você querer utilizar seu celular e não conseguir, por falta de bateria; também levo em consideração uma boa câmera que eu consiga utilizar em vários ambientes, sendo com muita ou pouca luz. E é claro com um espaço suficiente para salvar meus arquivos, fotos e vídeos.

Acima de tudo na hora da compra eu levo em consideração o que ele me oferece pelo preço que eu posso pagar.


Espero ter ajudado e tirado algumas dúvidas.


Toda semana vou postar sobre um Smartphone da atualidade, dando minha opinião como usuário.


Semana que vem vou falar sobre o MOTO X 2ª GERAÇÃO.


Se você gostou compartilhe com seus amigos, faço parte de um grupo de amigos que tem como afinidade a informática, com a finalidade de tirar dúvidas e ajudar a solucionar problemas.Deixe seus comentários e dúvidas.


Fico por aqui, um grande beijo e até semana que vem!!!


Fuiiiiiiiiiiiii


                                         Lele Freire

 *   Base de informações do site TECMUNDO.
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